ESTRELA CADENTE

22 05 2011

Para a ciência, um pequeno corpo que se move … Para os poetas, uma estrela cadente , que se desloca de uma galáxia, surgindo na escuridão da noite, como um grande foco de luz, deslumbrante, e que percorre uma rápida trajetória, cheia de luz, de magia, de encantamento… Para os poetas, portanto, uma estrela cadente surge na escuridão da noite para iluminar e encantar o ser humano: é uma bênção, um presente de Deus.

Foi assim com Blanche: ela entrou na minha vida para iluminar minha noite escura de tristeza e saudade, e para povoar meu silêncio, cheio de saudade! Estou falando da tristeza e da saudade que me consumia há quase seis meses com a perda de Chouette, minha Poodle Toy que, durante quatorze anos, foi minha companheira vinte e quatro horas por dia, minha verdadeira sombra. Quando ela se foi, minha alma mergulhou no silêncio, na tristeza. Tudo bem que tenho a Anne, minha linda e carinhosa Bichon Frisée. Mas Anne também já está velhinha, e o pânico de perder também a ela era muito grande! Além disso, Anne e Chouette eram muito amigas, estavam sempre juntas, cada uma tinha sua caminha, mas elas dormiam juntas numa mesma, especialmente no inverno, quando se enrolavam uma na outra: era muito lindo! Então, eu tinha também a preocupação de que Anne também estivesse sentindo falta de Chouette. Por isso, para preencher nossos vazios, comecei a pensar em comprar outra cadelinha: falei com dois veterinários conhecidos para saber se eles conheciam algum criador de Poodle, de preferência, Micro Toy: não obtive sucesso. Falei então com minha filha Daniela, que mora em Santa Cruz, e que navega muito na Internet, e ela logo descobriu um canil, que, por acaso, estava com alguns filhotinhos. Foi alegria e entusiasmo imediatos. Eu queria uma cadelinha Poodle, branca e Micro Toy. E havia uma disponível: não pensei duas vezes – “Eu quero!!!!!!!!” . Minha filha me mandou uma foto do minúsculo ser, e eu confirmei meu desejo de ficar com a cadelinha. E a negociação fluiu! Na véspera do Dia das Mães minha filha chegou, trazendo consigo a relíquia tão esperada! Blanche, esse foi o nome que eu havia escolhido para ela, me foi apresentada num verdadeiro trono de cetim rosa, com acessórios (toalha, almofada, etc.) em branco com detalhes em rosa e lilás: tudo estampado com fotos da pequena Blanche – obra-prima do senso artístico e da arte fotográfica de Daniela… No domingo, Dias da Mães, minha primogênita Ana Paula chegou com uma casinha de transporte para a pequena Blanche: toda rosa, com detalhes em lilás, e com acessórios (pratinnhos e brinquedinhos) cor-de-rosa e lilás… Tudo lindo, perfeito, tudo programado para fazer do meu Dia das Mães o mais perfeito possível… E foi!

Quando meus olhos pousaram naquele pequeno ser, de olhar muito preto e radiante, minha vida de imediato se iluminou! E a escuridão de minha noite de tristeza e saudade súbito se iluminou, e uma alegria enorme invadiu meu coração… Acho que Chouette, sabendo da minha saudade, penetrou naquele pequeno ser, talvez se incorporando a ele, para me fazer de novo feliz!!! Porque foi impressionante: a pequena cadelinha logo se afeiçoou a mim; e mais: vinha deitar nos meus pés, como Chouette fazia… E mais ainda: embora tão novinha, ela era muito esperta e inteligente, e já no quarto dia de permanência aqui em casa, começou a se portar como Chouette, ao tentar “conversar” comigo: muito interessante! Eu falava com ela, e ela me olhava bem nos olhos, e dava uma latidinha; eu falava de novo, e ela latia de novo, numa evidente tentativa de comunicação. Se eu a pegava no colo e conversava com ela, colocando-a bem junto ao meu rosto, ela ficava me dando pequenas mordidelas, em evidente sinal de comunicação…

Blanche, tão filhotinha ainda, tão novinha, minúscula (pesava apenas 500 gramas), caminhava pelo apartamento com muita rapidez e disposição… Tornou-se nossa alegria e nossa ocupação, de dia e de noite, pois tínhamos de levantar de madrugada para alimentar aquele pequeno ser em crescimento. Mas eu fazia tudo isso com satisfação, pois minha vida estava de novo iluminada pelo amor àquele pequeno ser.

Porém, eu não sabia que sua trajetória seria meteórica, que ela era apenas uma estrela cadente, que trouxe magia e encantamento à minha noite escura, mas logo desapareceu na escuridão da noite. E o silêncio voltou a imperar, e a tristeza, agora redobrada, se divide entre a saudade da presença calma de Chouette, e a saudade das corridinhas agitadas e os latidinhos alegres de Blanche.

No oitavo dia  de sua doce presença, Blanche teve vômitos e diarréia, não quis mais se alimentar, entrou em prostração… e encerrou sua curta trajetória de luz e alegria…

Nara V. Klafke





CHOUETTE

21 05 2011

“Todo cachorro é complemento da vida humana. Todo ser humano deveria experimentar amar um cão, só assim entenderia o que é o amor” (Altair Pereira)

“Chouette”, em francês significa uma pequena coruja; mas, na gíria francesa quer dizer menina bonita, “gatinha”. E foi com esses dois sentidos que eu lhe dei o nome de Chouette. Porque ela sempre foi, para mim, tão amada e tão preciosa quanto uma coruja, animal que eu amo demais. E também porque ela sempre foi uma verdadeira “gatinha”, uma “lady”, meiga e delicada…

Chouette nasceu no dia 01 de dezembro de 1996. E foi registrada com o nome de Flor pelo canil onde nasceu. Mas quando ela veio para minha casa, passou a chamar-se Chouette…

Ela entrou na minha vida num momento de quase desespero: eu havia perdido meu poodle Chubby e estava procurando outro cachorrinho. Na verdade, eu procurava um substituto para Chubby, e assim, eu queria um poodle micro toy, macho e preto… de preferência, com olhos cor de mel! Só que, após longa procura vã, eu estava quase desistindo. Foi quando, indo em direção à zona sul, vi, de repente, uma faixa anunciando: “Filhotes de poodle e maltês à venda”… Não tive dúvida: fiz meia volta e entrei no canil:

— Infelizmente, todos já foram vendidos… Só restou uma cadelinha que, não sei por quê, não teve interessado. Ela já está com quatro meses e eu já a estou criando para mim… Mas se a senhora quiser…

Sim, eu queria, e muito! Mas falei à proprietária que desejava que um veterinário de minha confiança a examinasse. Ela não se opôs. Então minha filha e seu então namorado, ambos veterinários, foram examinar a cadelinha. E me aconselharam a não comprá-la: ela parecia não ter nenhum problema, nem sentir dor, nada, mas não caminhava: só se arrastava… Fiquei desolada, e fui ver a cadelinha mais uma vez: e de fato, ela só se arrastava, muito mimosa, muito carinhosa, muito alegrinha… mas só se arrastava!…

Passados alguns dias, eu já me conformando de partir para nova procura, quando, passando de novo pelo canil, senti uma vontade louca de ver a cadelinha uma última vez. A funcionária foi logo falando:

— Sinto muito, Senhora, mas a dona do canil não se encontra. E eu não posso pegar a cadelinha. Mas se a senhora quiser, pode olhar pela janela.

Foi a minha sorte! A cadelinha estava dentro de uma grande gaiola gradeada; do lado de fora, uma enorme rotweiller preta caminhava em volta da gaiola, brincando com a pequena poodle. Esta, feliz com a companheira, caminhava por toda a gaiola, seguindo os movimentos da outra…

No dia seguinte já estava comprando a pequena poodle, que não era micro toy, nem preta, nem macho, e nem tinha os olhos cor de mel; mas eu estava feliz com a aquisição!

E Chouette entrou na minha vida, tornando-se minha companheira, trazendo-me alegria e me dando muito carinho. Tornou-se minha sombra, pois estava sempre a meu lado, acompanhando-me por todo canto da casa. Onde quer que eu fosse, ela ia atrás, mesmo nos últimos tempos, já velhinha e doente, caminhando com dificuldade, ainda assim, procurava estar sempre a meu lado. Fidelíssima, sempre se mostrou muito dócil, brincalhona e obediente. Inteligente como só ela! Sempre aprendeu rápido tudo que lhe ensinei: jogar bola, buscar meu chinelo, dar “boa tarde”, subir no “patinette”, e uma infinidade de outras coisas… Adorava que eu jogasse a bolinha para ela pegar; e ela “voava”, correndo no corredor! (O que me fez concluir que ela, no canil, quando não me conhecia, se arrastava por timidez ou medo.) Sabia  bem quando eu ia sair apenas por um detalhe: colocar sapato de salto! Podia me arrumar, me enfeitar, me perfumar… mas se ficava de calçado de salto baixo, ela não estava nem aí. Agora, era só colocar sapato de salto, ela vibrava de alegria, na esperança de ir junto. Já com minha filha Amanda ela tinha outro indicativo: mesmo em casa, Amanda está quase sempre de sapato de salto. Então, como Chouette sabia se Amanda ia sair ou não? É simples: quando Amanda está se preparando para sair, ela caminha rapidinho pelo apartamento… E Chouette já tinha percebido isto: era só minha filha caminhar rapidinho que a cadelinha se entusiasmava toda e começava a segui-la pelo apartamento, querendo ir junto. E tudo isso por quê?… Apenas porque  ela raramente ficava em casa; toda e qualquer saída que dávamos, podendo, Chouette ia junto. Ou melhor, costumava ir… É que nos últimos anos minha saúde me tem feito ficar mais em casa… Por isso, também os passeios de Chouette haviam diminuído; mas nem por isso ela perdera a esperança, pois sempre soube que, se fosse possível, iria junto.

Quando Chouette veio para minha casa, Ágata, a cadelinha de minha neta, ainda ficava muito comigo. Sobretudo nas férias, quando eu ia para Santa Catarina, Ágata e Chouette iam junto e se divertiam correndo pelo gramado. A viagem, em si, já era uma diversão para elas: o bagageiro da camionete, interno, tinha uma tampa e as cadelinhas ficavam deitadinhas ali em cima, pegando vento e olhando o movimento da estrada… Se eu ia fazer compras na cidade vizinha, elas iam junto: Lá, em quase todos os locais elas podiam entrar, sem problemas; e se comportavam como umas “ladys”! Na sorveteria, nos restaurantes à beira da praia, em lojas…

Quando Chouette estava com quase dois anos, Ágata deu cria: nasceram três lindos filhotes! Minha neta estava encantada com os cachorrinhos; mas minha filha foi logo explicando que os filhotes seriam vendidos; não havia condições de ficarem com eles… Minha neta ficou triste e pensativa. Um dia, chegou para minha filha e disse :

– Mamãe, já sei: a vovó fica com um, a Dinda (minha filha mais velha) com outro, e Amanda com outro…

Pensou e disse: pegou o telefone e me pediu para ficar com os três filhotes…

– Olha, querida, com os três a vovó não pode ficar; mas se quiseres posso ficar com um…

Foi assim que Anne, a minha linda bichon-frisée, entrou na minha vida! Chouette recém completara dois anos quando a filhotinha veio para minha casa. Anne estava com dois meses e era muito ativa, alegre e brincalhona. Chouette, adulta, ficava meio sestrosa diante dos arroubos de entusiasmo da pequena bichon, que a convidava constantemente para brincar. Mas foi só no início: depois se tornaram amigas e companheiras… No inverno sempre deu gosto ver as duas dormindo juntas, quase enroladas uma na outra. Por isso, hoje é quase impossível falar de uma sem falar da outra. Parece que sempre se complementaram.

Anne, hoje, está com doze anos, mas continua sadia e cheia de vida. Adora que brinquem com ela, fazendo-a correr; tem um olhar expressivo e reconhece com alegria o som da palavra “vamos”, que para ela significa passear… Há poucos anos atrás ela me deu um susto enorme, quando apareceu um tumor maligno numa das mamas. Eu própria estava doente e fragilizada; então, diante da evidência de uma cirurgia, sofri muito, pois temia não poder cuidar dela. A cadelinha, contudo, se mostrou forte e teve  uma recuperação extraordinária. Até hoje está ótima.

Chouette, também, Aos onze anos teve uma doença gravíssima no útero e teve de ser submetida a uma cirurgia. Temia que não resistisse: mas resistiu bravamente!

Essas pequenas companheiras já passaram comigo muitos momentos interessantes: viajaram para a praia, em Tramandaí, Capão e Santa Catarina; viajaram para Encruzilhada do Sul; fizeram inúmeros passeios por locais hípicos, etc. Mas também vivenciaram comigo situações nada agradáveis. Por exemplo: em 1999, eu conduzia minha filha, que se recuperava de uma cirurgia, em direção à Faculdade de Agronomia. Assim que cruzei a Cristiano Fischer, a vinte por hora, conforme recomendação médica, uma “senhora” tresloucada, entra a mil por hora na Av. Ipiranga, com o sinal fechado para ela, e abalroou meu carro na traseira esquerda, fazendo-o girar e virar para o lado de onde eu viera; quase paramos dentro do riacho! Não preciso dizer que meu susto foi enorme. E minha preocupação, maior ainda, pois o problema da minha filha era na coluna, e ela não podia sofrer impacto. Foram segundos de terrível preocupação. Mas minha filha ficou bem. E naquele momento eu sequer pensei nas cadelinhas, que estavam, como sempre, em cima da tampa do bagageiro, e a tudo assistiram… E pasmem: durante muito tempo elas tremiam ao entrar no carro; durante muito tempo ou elas ficavam no colo da minha filha, ou ficavam sentadas no banco carona, e eu ficava a fazer-lhes carinho. Ficaram muito assustadas.

Em 2003, quando sofri um seqüestro-relâmpago, elas estavam comigo, e sofreram nas mãos dos bandidos, que as arrastaram no meio do mato, entre guaraguatás. Quando fomos socorridas por um anjo a cavalo, que surgiu do nada, e nos atendeu, chamando a polícia, as cadelinhas estavam tão apavoradas, sobretudo a bichon, que não queria entrar na viatura por nada: aquele carro estranho representava nova ameaça para ela. Só quando a coloquei no meu colo é que ela ficou mais tranqüila. E o mais estranho foi quando um motorista, conhecido meu, não delas, foi me buscar na delegacia, elas entraram no carro dele sem qualquer problema…

Os anos passaram, a vida se acalmou um pouco, comecei a ter mais cautela ao levar as cadelinhas… Tinha medo que elas viessem a sofrer alguma violência. Além disso, pouco a pouco minha saúde começou a me prender mais em casa, e essa presença constante me aproximou ainda mais de minhas cadelinhas, que agora ficavam horas e horas ao meu lado. Não importando em que peça da casa eu me encontre, elas sempre procuraram ficar em volta de mim. Sobretudo Chouette que, como Poodle, é um animal muito agarrado com seu dono, até ciumento dele, “grudento” mesmo… Dia enoite! Minha verdadeira sombra!

Mas hoje me sinto uma pessoa estranha, pois perdi minha sombra: imaginem uma pessoa andando ao sol e não ver sua imagem refletida na areia: é como se essa pessoa fosse invisível, ou não existisse… É assim que me sinto hoje! Chouette despediu-se dessa vida no dia 19 de novembro, doze dias antes de completar quatorze anos! E eu deixei de existir, mergulhada em tristeza e saudade.

Nara V. Klafke

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GRAND TOUR DE FRANCE

18 09 2010

GRAND TOUR DE FRANCE

Comecei a revirar o baú de minhas lembranças… e fui lá no fundo! Encontrei páginas amarelecidas pelo tempo, doces lembranças de tempos idos, recordações de momentos únicos… e captei imagens que marcaram momentos de alegria e encantamento. Dessas imagens, selecionei algumas, que aí vão.

Minha filha mais velha estava se preparando para mais uma viagem  ao exterior. Sua busca oscilava entre visitar lugares exóticos, talvez no oriente, ou conhecer a Europa, especialmente a França, já que ela estava estudando francês…

Em meio às suas pesquisas, ela descobriu uma excursão para a França – o “Grand Tour de France” – de caráter cultural. Isto a atraía. Mas, espírito aventureiro, ainda continuava mais inclinada por lugares diferentes. Permaneceu em dúvida por mais uns dias. Enquanto isso, eu é que estava “louquinha” para fazer o Grand Tour, mas a viagem era dela, presente de formatura; não minha. Contudo, ela me estimulou a ir para a França… Fiquei em dúvida, pois não queria estar fora de casa quando ela viajasse… Após algumas hesitações, minha e dela, finalmente a decisão: fizemos juntas o Grand Tour!

Foram vinte e cinco dias na França, num circuito que cobriu cerca de quarenta cidades, se não me engano. Além da satisfação de conhecer melhor um país que amo tanto, além do imenso prazer de visitar castelos medievais, ainda tive a oportunidade de exercitar meu francês. Foi muito bom.

Nossa viagem começou e terminou em Paris; e nosso roteiro foi como se estivéssemos desenhando o contorno da França.

Desembarcamos no aeroporto Charles de Gaule, onde um ônibus nos aguardava, com motorista e guia local. Ele nos levou diretamente para o hotel, onde fomos recepcionados.Logo depois, tivemos a tarde livre, para nos aclimatarmos. À tardinha, fizemos nosso primeiro passeio, quando então começamos a conhecer as luzes da “!Cidade Luz”. Passeamos às margens do Sena, e depois jantamos na “Taverne du Sargent Recruteur”, situada na Île de St. Louis.

No dia seguinte, o ônibus nos aguardava à entrada do hotel, para nosso primeiro passeio diurno pela cidade. Este ônibus nos acompanhou por toda a temporada, levando-nos de uma cidade a outra. Podemos dizer que perdemos muito tempo em trânsito; mas para mim, que adoro “correr o mundo” foi até muito agradável. Ia olhando tudo, apreciando tudo, me deleitando com tudo… Viajar em excursão tem vantagens e desvantagens: a desvantagem é a não individualização, o que prejudica algumas pessoas; mas a grande vantagem é o fato de que as pessoas que organizam uma excursão conhecem o local e nos levam aos pontos certos, sem maior perda de tempo. Assim, nesse primeiro dia, visitamos a Notre Dame, a Tour Eiffel, o Louvre, o Arc du Triomphe, entre outras maravilhas.

No outro dia viajamos para Rouen, visitamos seu centro histórico em estilo gótico Normando, com suas ruas estreitas, e conhecemos sua catedral do séc. XII. A seguir, passamos por Honfleur, com seu porto pitoresco no estuário do Sena. Na seqüência, fomos a Caen, onde conhecemos a Abadia dos Homens, a Abadia das Mulheres, a Cidadela, etc. Passando por Bayeux, visitamos a Catedral e o Museu, que abriga a famosa Tapeçaria da Rainha Matilde, do séc. XI. Depois visitamos Aromanche, praia do desembarque aliado da II Guerra.

Saindo de Caen, visitamos uma das maravilhas do mundo ocidental, o Mont St. Michel, com sua abadia construída entre o séc.XI e o XVI, e logo a seguir fomos a St. Malo, uma charmosa praia da Bretanha, com sua cidade murada e castelo.

Depois fizemos uma travessia de barco até Dinard, uma sofisticada praia freqüentada pelo Jet Set Internacional. Contornando o ”Vale de La Rance”, passamos por Dinan, onde visitamos a “Vieille Ville”, no retorno a St. Malo.

No dia seguinte fomos a Rennes e Nantes. Em Rennes, visitamos sua parte antiga e o “Palais de Justice”; em Nantes, seu centro histórico, com destaque para o “Château des Ducs de Bretagne”. Continuando em direção ao Vale do Loire, conhecemos o Castelo de Angers, um grande exemplo de arquitetura feudal, com sua famosa tapeçaria do Apocalipse.

A seguir, Blois e Amboise, esta, uma charmosa cidade com seu castelo dominando o Loire e a última morada de Leonardo da Vinci. Aproveitamos para visitar o extraordinário Castelo de Chambord. À tarde, visitamos o gracioso castelo de Chenonceaux. Seguindo para o sul, visitamos os monumentos históricos de Poitiers, indo até Cognac para visitar a destilaria Remy Martin, e seguindo pelos vinhedos de Bordeaux. Após uma visita à cidade, conhecemos a região de St. Émilion e seus vinhedos.

Saindo da região da Dordogne, viajamos na pré-história em Les Eyzies. E na seqüência, conhecemos Sarlat, com seu centro tombado pelo patrimônio histórico. Saindo de Sarlat, passamos por Rocamadour, com sua localização geográfica excepcional, sobre o cânion do Rio Alzou, e chegamos em Albi – reduto dos Cathares, na Idade Média.

Seguindo em direção a Avignon, passamos pelo cenário marcante das Gargantas do Tarn  (Les Gorges Du Tarn) almoçando em La Malène. Chegamos a Avignon à noite. Fizemos uma rápida visita  ao centro da cidade para comer alguma coisa. No outro dia, então, visitamos essa cidade que, no séc. XV, foi sede do papado na França.

Continuando para o sul, em direção a Nice, passamos por Aix-en-Provence, onde visitamos o castelo Beaux de Provence. Sobre Nice não vou falar, porque já o fiz em outra página… Depois de percorrer a “Cote d”Azur”, Nice, Cannes, Mônaco, que eu já conhecia, seguimos em direção ao norte, viajando pela Route Napoléon. Passamos por Grasse, a capital da perfumaria, e pela cidadela de Sisteron, tendo os Alpes como fundo. Terminamos a jornada em Grenoble. Após, passamos por Chambérry, antiga capital da Savoia, e por Annecy, com sua paisagem de montanha, e chegamos a Genebra.

Seguimos depois em direção a Strassbourg, na Alsácia, passando por Besançon, capital da relojoaria. De Strassbourg seguimos em direção a Paris, dando uma passada em Reims, em visita à famosa catedral gótica, que é a mais harmoniosa da França.

Encerramos nosso tour no dia seguinte, em Paris…

Paris. Um belo entardecer com suas primeiras luzes.

Paris.Anoitecer em uma rua antiga.

Paris.Antigo chafariz, de 1840.

Paris.O Rio Sena e a Catedral ao fundo.

Paris.Madalena aos pés de Jesus: uma das muitas pinturas da Catedral.

Paris.Os Jardins de Luxemburgo, com vista do castelo do mesmo nome.

Rouen.As velhas ruas são verdadeiros museus de casas em Pans de Bois(à Calombages), séc.XIV a XIX.

Rouen.Casas em PANS DE BOIS.À direita, Museu Joana D'Arc.

Rouen.Vitrais da Igreja Sta. Joana D'Arc.

Rouen.De uma antiga e estreita rua, a vista magnífica da Catedral, séc.XII.

Rouen.Interior da catedral, séc.XII.A nave central.

Rouen.St.Maclou.Antigo cemitério vertical e seu pátio interno.

Honfleur.Detalhe do porto sobre o estuário do Rio Sena.

Honfleur.Um caramanchão florido, ao lado da Catedral.

Honfleur.Parte da torre da Catedral.O relógio.

Caen.Detalhe da base do púlpito da Abadia das Mulheres.

Caen.Torres da Abadia das Mulheres.

Caen.Prédio e Jardins do HÔTEL DE VILLE.

Caen.Igreja St. Étienne.Abadia dos Homens.

Caen.Palácio da Justiça.

Caen.Cidadela.

Bayeux.Antigo moinho nessa cidade histórica

Bayeux.Estátua no interior do museu, junto à escadaria.

Bayeux.Porta de entrada do edifício DU DOYEN, séc.XVIII

Bayeux.Entrada lateral da Catedral Notre-Dame.

Bayeux.Um aspecto da cidade.Esquina Rue de Chamoines, que conduz ao Musée De Gaule.

Bayeux.Interior da catedral.Afresco representando anjos musicantes que decoram a cripta.

Bayeux.Fachada do HÔTEL DE VILLE(Prefeitura), antigo palácio episcopal.

Bayeux.A catedral e, à direita, o HÔTEL DE VILLE.

Aromanches.Museu do Desembarque. 06.6.1944.Dia D.

Aromanches.Praia do Desembarque.

St. Michel. Fachada sul da Abadia.O campanário

St. Michel. A grande escadaria interior podia servir, também, em caso de necessidade, como úktimo refúgio.

St. Michel. A escadaria, com cerca de 400 degraus.

St. Michel. Um aspecto do seu interior.

St. Michel.Detalhes externos da Igreja.

St. Michel.O campanário está encimado por uma flecha de estilo gótico

St. Michel. A cripta dos GROSSOS PILARES.

St. Michel. A cripta, dos GROSSOS PILARES se situa sob o coro gótico flamejante.

St. Malo.Muros e o Pequeno Donjon (Idade Média).

St. Malo.Porta St. Vincent.

St. Malo.O Castelo e o Donjon (séc.XV).

St. Malo.O Castelo.Vista interna.A janela e os bancos.

St. Malo.Vista tomada do alto do castelo.

St. Malo. Decoração externa de um bar e restaurante.

St. Malo.Torre Solidor (TOUR SOLIDOR). St.Servant.

Dinard.As casas.

Dinard.Na travessia Dinard.Dinan, o barco passando pela eclusa.

Dinard.Ponte sobre o Rio Rance, na travessia Dinard.Dinan.

Dinard.Outra ponte sobre o Rio Rance, na travessia Dinard.Dinan.

Dinan. Interessante restaurante onde almoçamos.

Dinan.Castelo.Porta do séc.XVIII e Torre de Coetquen, séc.XV

Rennes.Ruas estreitas, casas em PANS DE BOIS.

Rennes.As estreitas ruas medievais.

Rennes.Centro histórico.Hôtel de Ville.

Rennes.Imensa coluna, na catedral.

Nantes.Entrada do Castelo, ladeada de enormes torres.

Nantes. Detalhe do Castelo, janelas decoradas e com grades.

Nantes.O castelo, outro aspecto das torres gigantescas.

Nantes.O castelo, outro aspecto das torres gigantescas.Observar o fosso.

Nantes.O castelo, outro aspecto das torres gigantescas.

Nantes.Uma rua estreita.

Nantes.Catedral de St. Pierre.Na fachada, imagem de St.Pierre.

Angers.Torres do castelo.

Angers.Torres e muralha do castelo.

Angers.O castelo.A Porta dos Campos, construída por St. Louis

Angers.Uma rua antiga e tortuosa, com calçadas estreitas.

Angers.Fachada da Catedral.

Angers.Outra rua antiga e tortuosa.

Angers. Entrada do Castelo pela PORTA DA CIDADE, construída por St. Louis.

Blois.Castelo Real de Blois.Estátua eqüestre de Luis II, em estilo gótico flamejante.

Blois.Castelo Real de Blois.Ala Francisco I, com sua famosa escadaria.

Amboise.Rampa de entrada do Castelo.

Amboise.Vista da cidade.A ponte sobre o Loire

Amboise.Vista da cidade.Parte antiga.

Amboise.Vista tomada do alto do castelo.A torre.

Amboise.Detalhe.O interior do Castelo.

Amboise. Pátio do Castelo. Capela St. Hubert, onde repousa Da Vinci.

Amboise.A Torre do Castelo.

Amboise.A muralha do Castelo.

Chenonceau.Em primeiro plano, o terraço; à direita, o Donjon.

Chenonceau.O Donjon (antiga morada do marquês), cobrindo parcialmente o castelo.

Chenonceau.O castelo com sua galeria sobre o Rio Cher.

Chenonceau. O Donjon, à direita do castelo.

Chambord.Detalhe

Chambord, castelo com mais de 400 cômodos.

Cognac. Famosa destilaria Remy Martin.

Cognac.Os vinhedos

Bardeaux.O Rio Dordogne.

Bardeaux.Vista parcial.

St. Émilion.Os vinhedos.

St. Émilion.Cave Champion, pequeno produtor do famoso Grand Cru.Degustação.

Sarlat.Magníficos telhados e revestimentos feitos com ardósia.

Sarlat.A pequena e estreita passagem Henry de Segogne conduz às praças de Peyrou e André Malreaux.

Sarlat.Cour Véronique Filozof, pintor séc.XIX.

Sarlat.Praça da Liberdade, antiga Praça Real, centro da cidade, e lugar de Mercados.A torre da Catedral.

Rocamadour.Conjunto arquitetônico construído sobre o rochedo.

Rocamadour. A torre do palácio dos bispos.

Rocamadour.A torre do castelo, parte mais alta do conjunto construído sobre o rochedo.

Albi. Basílica de Ste. Cécile.séc.XIII. À esquerda, Porte Dominique de Florence(1410).

Albi. A ponte sobre o Rio Tarn. Foto tomada da sacada do Hotel Mercure.

Albi.A ponte e a bela cidade rosada, refletidas nas águas do Tarn.

Albi. A torre da catedral e a cidade.

As Gargantas do Tarn. Les Gorges du Tarn. Le Cirque de Baume

As Gargantas do Tarn.Vilarejo.

As Gargantas do Tarn. La Malène. Castelo de Montesquieu, séc.XII, transformado em hospedaria.

As Gargantas do Tarn. La Malène.

As Gargantas do Tarn. A Ponte do Gard, aqueduto construído pelos romanos.

As Gargantas do Tarn. Junto à Ponte do Gard, uma oliveira centenária.

Avignon. Palácio dos Papas.

Avignon. Palácio dos Papas.

Avignon.Palácio dos Papas. Galerias superpostas da clausura, e a torre campane.

Castelo Baux de Provence. Trebuchet, a maior máquina medieval, para arremessar pedras de até 100 kg.Pesa 7 ton.

Castelo Baux de Provence. À direita, a torre Sarrasine e à esquerda, a torre de Bannes.

Castelo Baux de Provence. Bonito detalhe do rochedo, e através dele, o vale, lá em baixo, com suas plantações.

Castelo Baux de Provence. Ao alto, o Donjon, mais abaixo, à esquerda, a torre Marvelle.

Sisteron. Vista tomada do alto da sacada. Algumas casas, a torre da igreja e as torres da cidadela.

Grenoble. Vista tomada do alto e de dentro de um teleférico.

Grenoble. Bonito detalhe da cidade.

Grenoble. As casas, as montanhas.

Annecy. Igreja St. Maurice.

Annecy. O lago, as montanhas.

Annecy. O Castelo. À esquerda, a Torre Perrière.

Annecy. As casas, a ponte. Na extrema esquerda, o palácio da ilha.

Besançon. A Grande Rua, Grand Rue, antiga estrada romana.Hoje rua de forte comércio.

Besançon. A Porta Negra, La Porte Noir, e través dela vê-se parte da velha categral.

Besançon. Vitrais da velha catedral.

Strasbourg. Detalhe da Catedral. Telhados em pedras superpostas coloridas, formando verdadeiro bordado.

Strasbourg. Torre da catedral.

Strasbourg. Casas em Pans de Bois e suas floreiras.

Strasbourg. Ruas antigas, estreitas e sinuosas.

Strasbourg. Entrada de um restaurante, na Pequena França.

Strasbourg. Transporte urbano.

Reims. Parte da fachada da catedral.

Reims. Detalhe da fachada da catedral.

Reims. Palácio episcopal.





Serafina Corrêa

14 07 2010

Foi um belo final de semana! Fomos conhecer uma pequena cidade do interior gaúcho, de colonização italiana, e localizada entre montes.

A primeira coisa que nos chamou a atenção foi a limpeza da cidade; ruas bem cuidadas, casas cuidadas… Depois, fomos logo atraídos pelos vários monumentos que enfeitam a cidade.

A Via Gênova é a avenida que passa em frente à Prefeitura Municipal; ela é formada por um conjunto de réplicas de prédios históricos da Itália, réplicas essas construídas sobre o Arroio Feijão Cru, que atravessa a cidade. Junto com a ‘Nave Degli Immigranti’, formam o Centro Turístico da cidade. Temos a réplica do Coliseu, do Castelo de Maróstica, da Rotonda, da casa de Romeu, da casa de Julieta…

O Arroio Feijão Cru passa, de fato, onde o Sr. Orestes Assoni e amigos acamparam, perto de um rio, fizeram fogo de chão e colocaram feijão para cozinhar. Saíram para cortar o mato e quando voltaram, mortos de fome, o fogo havia apagado, mas a fome era tão grande que acabaram comendo o feijão cru mesmo! Por esta razão, o arroio ficou conhecido como Feijão Cru, nome que lhe é dado até hoje.

A avenida que corre junto ao arroio, a Via Gênova, é assim chamada porque a maioria dos imigrantes italianos da região partiram do porto de Gênova, na Ligúria, Itália.

Serafina Corrêa, antiga Linha Onze, ou Rosário do Guaporé, foi fundada por seus primeiros moradores, entre os quais o Sr. Orestes Assoni. E sua colonização começou em 1892, com a chegada dos italianos oriundos do norte da Itália. O antigo povoado, depois distrito de Guaporé, foi elevado à categoria de município, desmembrando-se de Guaporé, em 1960. E seu nome, Serafina Corrêa, é uma homenagem à esposa do primeiro intendente de Guaporé, Município-Mãe, Sr. Vespasiano Corrêa.

O vale. Visto através do belvedere, na RS 129

No belvedere, árvores iluminadas pelo sol da tarde

Rumo a Serafina Corrêa: a tarde caindo na RS 129

Casas construídas na parte alta da cidade apresentam belas e interessantes escadas

No mesmo bairro, outra residência com uma bela escada

Uma escadinha, no meio do nada, conduz a um milharal

Ainda no mesmo bairro, uma interessante construção, um templo, talvez

Detalhe da mesma construção

Ainda no mesmo bairro, uma típica casa estilo italiano antigo, construída em madeira sobre uma base de alvenaria

No centro da cidade, fachada do hotel Cà dei Monti, onde nos hospedamos

Entrada lateral do hotel, que conduz ao estacionamento

Detalhe da fachada do hotel

Arroio Feijão Cru, que corta a cidade de Serafina Corrêa

Réplica de La Rotonda, antiga vila construída por Paladio em torno de 1569, cujo nome se deve a uma sala circular sobre a cúpola.

Réplica de O Coliseu, de Roma, também sobre o Arroio Feijão Cru

Interior do Coliseu, em Serafina Corrêa

Lateral de O Coliseu, vendo-se ao fundo La Rotonda

La Rotonda, vista através da janela do Coliseu

Réplica do Castelo Inferiori di Maróstica, construído perto de Veneza, e famoso pelo jogo de xadrez com peças vivas.

Réplica da casa di Giulietta

Placa indicando a data em que a casa de Giulietta foi inaugurada

Placa com os dizeres "Giulietta Envenenada", na entrada da casa de Giulietta

Réplica da casa de Romeo

Outro aspecto da casa de Romeo

Placa indicando a data da inauguração da casa de Romeo

Prédio do Centro Administrativo de Serafina Corrêa, junto ao Arroio Feijão Cru

Detalhe da lateral do Centro Administrativo

"Nave Degli Immigranti" - monumento em homenagem ao imigrante italiano

Igreja Matriz de Serafina Corrêa

Detalhe da Igreja Matriz

No centro de Serafina Corrêa, casa antiga, nos moldes das construções italianas.

Outro aspecto do mesmo casarão de madeira

Moderna casa de alvenaria, ao lado do casarão de madeira

O antigo e o moderno, no centro de Serafina Corrêa

Interessante iluminação pública no centro da cidade

Deixando o centro da cidade, encontramos o Mausoléu de Seraftna Corrêa, encimado por um Cristo feito de Sucata de metal

Subindo o morro da Via Sacra, pudemos ver a cidade entre montes, encoberta pela neblina

A cidade, vista do alto do morro

No alto do morro, placa indicando o início da Praça Cristo Redentor

Estátua do Cristo Redentor é uma obra feita pelos homens da comunidade, em mutirão, em 1957

O Cristo Redentor iluminado

Detalhe da Praça Cristo Redentor, à noite

O morro iluminado; à direita, uma das cruzes da Via Sacra

Localizado na Rua Ipiranga, o Portal da Cidade, inspirado em arquitetura militar unindo-se a traços da arquitetura colonial italiana





CAVALOS EM DETALHES

27 05 2010

Quando  observamos esse magnífico animal, logo percebemos que estamos diante de um ser muito especial, com características ímpares.

Seus olhos, já vimos, são belíssimos. Mas tudo nele é significativo: suas orelhas se movimentam e cada movimento tem um significado. Sua cauda tem múltiplas funções. Os pelos de seu focinho não estão ali só por beleza: são funcionais… Tudo nele, enfim, é providencial: obra da Mãe Natureza!

Chamego
Atropelando
Sedento.005
Sedento.003
O Descanso: o velho Winstone, num momento de relax.
“Les Naseaux”
Secreto
Providencial
Marcado
Escuta.001
O Pito
Segundo Plano
Prazer.001
Moldura.001
Peitoral
Escuta.002
Ângulo
Lábios.001
Lábios.002
Beleza Plástica
Sorriso Forçado
Sapato Novo
O Bocejo
Radar
Leque
“Comissure”
A Sobra.001
Desenho
Estendido
A Sobra.003
A Disparada
Perfil




DESPEDIDA

24 05 2010

É sempre  muito triste falar sobre despedida…. E eu já falei sobre algumas: sempre triste!

Hoje, no entanto, quero falar sobre uma despedida que, por incrível que pareça, não consegue ser só tristeza dentro de mim… Não consegue! 

E eu estou falando de alguém que se foi, e que deixou entre nós uma lacuna. Estou falando da Sra. Ilka Kruel! Para muitos, uma ilustre desconhecida; para o mundo da equitação gaúcha, pelo menos, um grande nome.

Mas eu não quero falar aqui sobre a pessoa que ela foi, ou a mulher, a mãe, nem mesmo a amazonas… Não! Tudo isso ela foi antes e independente de mim:  não vivenciei.Só quero falar aqui sobre a última atividade que Dna.Ilka exerceu e eu acompanhei, que é a de instrutora do Adestramento Clássico.

E mais: quero falar muito especialmente do seu trabalho como instrutora de minha filha. Isto eu vi de perto; isto eu vivenciei. Dizem que ela sempre foi uma referência dentro do adestramento gaúcho. Mas, penso que ela foi, e sempre será, muito mais que isso. Ela é exemplo de amor por uma causa, de paixão pelo que fazia. Tinha o prazer de ensinar, e o fazia com alegria… Ao menos sempre foi assim com minha filha!

Por isso falei acima que não consigo pensar nessa despedida com tristeza: Dna.Ilka tinha a alegria do fazer, parecia estar sempre feliz com seu trabalho, porque amava o que fazia…

Quando minha filha começou a ter aulas com Dna. Ilka ela era uma simples iniciante na arte do Adestramento Clássico, mas isso não diminui o interesse da instrutora por sua aluna; ao contrário, sempre a estimulou, e a fez ir adiante. Pouco tempo depois, minha filha começava a contar os títulos, tão difíceis de conseguir nessa modalidade de equitação. E a cada nova vitória de sua aluna, o sorriso de Dna. Ilka se fazia mais presente. Sempre cheia de carinho para com sua pupila.

Lembro que às vezes ela se mostrava protetora: percebendo que minha filha estava cansada,  deixava a coisa correr mais leve, não brigava, não exigia; e explicava: trabalhar um cavalo tem de ser feito com prazer, ela tem de se sentir feliz, só assim ela pode fazer um bom trabalho. E foi esta alegria, este prazer que eu sempre vi no trabalho de Dna. Ilka. Mesmo depois que a idade e os problemas de saúde a impediram de continuar dando aulas, ela continuou com o mesmo amor e entusiasmo pela equitação, pelo trabalho da minha filha, por sua égua… Mostrava-se sempre interessada e participante; queria sempre ainda dar um último conselho, mais uma explicação…

Foi por isso que disse que despedir-me dela não é uma tristeza: é uma imensa alegria lembrar sua dedicação, seu entusiasmo. É uma imensa alegria ter visto minha filha passar por esta experiência de um exemplo vivo de satisfação pelo fazer.

Seus ensinamentos técnicos foram fundamentais para a equitação de minha filha. Mas seu exemplo de amor e respeito pelo cavalo, assim como seu prazer de ensinar e seu entusiasmo, são lições de vida de um valor inestimável: pois só quem faz uma coisa com amor é que faz bem feita.

 

Dona Ilka dando aula para Amanda na Hípica, tanto com Operette como com o velho Winstone.

Dando aula no Camboatã: Dona Ilka gostava de dar seus cavalos para Amanda montar, Happy e Cacique

Diante do julgamento injusto de um juiz, se apressou em consolar: "Isto não é importante: juizes passam, o teu trabalho é que fica..."

Ao centro, Dona Ilka premiando Amanda em Buenos Aires, como Vice-Campeã

Sempre sorridente, ao lado de Amanda em Buenos Aires, estava orgulhosa com o título de sua aluna.

Dona Ilka e Dr. Edgar com Amanda, na premiação

Na premiação com Amanda, por ocasião de seu primeiro título de Campeã.

Este é o velho Winstone, de quem Dona Ilka tanto gostava e que deu os primeiros títulos a Amanda

Sempre sorridente, Dona Ilka estava presente em todas as premiações

Premiando e aplaudindo Amanda, na Hípica. Feliz e sorridente.

Premiando Amanda no RCG.





Um Convite Inesperado

14 05 2010

                             De repente, uma amiga me telefona e me diz que está se preparando para uma viagem à Europa. E me pergunta se quero ir junto. Sem hesitar, digo que sim… Sequer pensei nos detalhes. Então, logo me vejo tendo de pensar em mil coisas, inclusive as mais prosaicas. Fora a correria para providenciar passaporte, passagem, dólares, etc. tinha de pensar na minha neta pequena, na casa, nas cachorrinhas…                 

                             Mas fui. Nossa viagem começou em Nice, sul da França. Esta é minha terceira terra natal (a do coração: a primeira é o Brasil, por nascimento; a segunda, a Itália, por minha origem). Até hoje não sei explicar como nem por quê me identifiquei tanto com a cidade de Nice. Lá eu me sentia muito em casa, tanto que se tivesse de escolher outra cidade para morar, fora minha bela Porto Alegre, com certeza escolheria Nice.

                             Ali conheci a famosa “Promenade des Anglais”, uma ampla e longa avenida à beira do Atlântico, com calçadão, que lembra um pouco Copacabana. De um lado a praia, de outro, belos e modernos edifícios. Conheci também o Morro do Castelo, onde existem ruínas de um castelo e construções romanas. Tive oportunidade de assistir à famosa “Fête des Fleurs” (Festa das Flores), um evento tradicional na cidade: é o desfile de inúmeros carros totalmente enfeitados de flores. Neles,  belas moças vão distribuindo flores ao público. É uma festa muito bonita, e acontece à noite.

                             Quando estávamos em Nice, aproveitamos para conhecer o Principado de Mônaco, e a cidade de Cannes.

                             Em Mônaco, além da famosa pista da F1, conhecemos o Castelo de Veraneio do Príncipe Reinier, no alto de um morro, com sua bela e longa escadaria de acesso. Conhecemos também o Museu Oceanográfico, e vimos, de longe, o porto com seus inúmeros e luxuosíssimos iates.

                             Em Cannes, além da praia e o prédio onde se realizam os festivais internacionais do cinema, conhecemos sobretudo a parte antiga da cidade. Foi um dos grandes prazeres que tive: a antiga catedral, a fortaleza, as ruas estreitas e suas casas típicas… Tudo regado a muita limpeza e magnífica conservação.

                             De Nice, viajamos direto para Roma. Durante a viagem de trem, pudemos apreciar algumas coisas interessantes, como, por exemplo, passando por Carrara, vimos imensos blocos do famoso mármore.

                             Em Roma, fomos conhecer o Vaticano, quando aconteceu algo inesperado e emocionante: Sua Santidade o Papa aparece na janela e dá sua bênção aos visitantes. Foi uma forte emoção… Conhecemos também a Igreja de São Paulo.

                             Ainda em Roma, fizemos um “tour” e conhecemos então vários edifícios e monumentos importantes, como: Monumento a Vitório Emanuel, Monumento a Giuseppe Garibaldi, O Capitólio, Coluna de Trajano, o Palatino, o Coliseu, etc.

                             De Roma, por uma gentileza de minha amiga, descemos até o extremo sul da Itália, na Calábria, e fomos visitar uma pequena cidade, onde nasceu meu avô paterno: Morano Cálabro, que é cidade-irmã de Porto Alegre. É uma pequena cidade de origem medieval; toda a parte antiga foi construída no alto de um morro, e ainda está lá, com suas ruas muito estreitas. No alto desse morro estão as ruínas de um castelo medieval. Esta cidade, como qualquer cidade do interior, gira em torno da Catedral, sua praça, a parte administrativa e as casas mais importantes em volta dela.

                             De Morano, fomos ao porto de Bríndise, onde embarcaríamos num navio, rumo à Grécia. Nesse trajeto, passamos por Bali, Cocenza, Paola, Nápole (de longe…). O navio zarpou de Bríndise à tardinha, e chegou em Patras, Grécia, no outro dia. No trajeto, tivemos a satisfação de ver um entardecer e também um belo amanhecer no mar Mediterrâneo, com suas águas de um azul extraordinário!

                             De Patras, tomamos um trem e fomos para Atenas.  Já de início, tivemos alguns probleminhas de “honestidade”… Depois, algumas dificuldades de comunicação: os dois idiomas que dominávamos, português e francês, não serviam para nada ali; o italiano, que eu dominava, também não servia para nada; e o espanhol, no qual nós duas “nos virávamos” também não servia para nada; e nosso inglês era precário… Claro que isto no comércio e com o povo em geral. Nos hotéis e lugares públicos era diferente. Da Grácia iríamos para o Egito. Em função  dessas dificuldades, pensamos então em desistir do Egito; só que nossa passagem de volta partia do Cairo…

                             Resolvemos  procurar uma agência de turismo com o intuito de trocarmos nosso retorno a partir de Atenas. Entramos na agência já perguntando se havia alguém que falasse francês. Havia. Foi nossa sorte: era uma senhora centro-americana, casada com um grego, e que falava francês; muito carregado de sotaques, mas francês. Explicamos a ela nossa dificuldade, e ela… Não só não nos deixou desistir do Egito, como “arrumou” nossa vida na Grécia. Começou por nos transferir para um hotel melhor, nos preparar um ótimo “tour” além de nos dar outras idéias para aproveitar nosso tempo na Grécia. Assim, na capital grega, nossa atenção ficou direcionada diretamente para a Acrópole,  onde visitamos o Museu da Acrópole. Ora, minha formação é clássica, e além disso sempre fui fascinada pelas civilizações antigas. Por isso, meus olhos e minha alma se iluminaram ao ver de perto o Partenon, o Ericteion, as Cariátides, o Odeon, e tantos outros…

                             Ainda por iniciativa da agência de turismo, fizemos um cruzeiro por algumas ilhas gregas. Conhecemos Poros, Hidra e Egina; nesta, visitamos as ruínas do templo da deusa Egina, que dá nome à ilha, e vimos uma bela plantação de pistache.

                             A agente de turismo nos fez desistir de ir para o Egito de navio, como pretendíamos: nos colocou num avião, com  “transfer” hotel-aeroporto, na Grécia, e “transfer” aeroporto-hotel, no Egito, e depois hotel-aeroporto. Também nos colocou num hotel em cuja recepção falavam francês. E ainda, o que foi mais importante, com um guia muçulmano que falava espanhol e entendia perfeitamente o português. Esse guia nos apanhava todos os dias pela manhã no hotel e nos deixava no final do dia, com uma van e motorista. Visitamos as famosas pirâmides, de Quéops, Quefren e Miquerinos; visitamos a Cidadela, a Mesquita de Mohamed Ali, o Museu do Cairo, o edifício da Ópera, assim como alguns edifícios modernos; visitamos um bairro pobre e o antigo cemitério, hoje uma vila popular; visitamos a mais  antiga igreja católica, em cujo porão, segundo a tradição, a Sagrada Família teria se escondido por ocasião de sua fuga. Ainda este guia nos improvisou uma viagem a Alexandria, onde  visitamos um antigo cemitério, a antiga biblioteca de Alexandria e também um antigo teatro, bem no centro de Alexandria, descoberto no séc.XX. Passamos pelo forte de Alexandria.

                             Voltamos ao Brasil com a mente iluminada por diferentes culturas. E a retina, povoada de imagens fascinantes…

França. Nice. Vista geral da cidade, tomada do alto do Morro do Castelo

França.Nice.Edifício no centro de Nice.

França.Nice.Hospital Saint Antoine de La Cassagne, em Nice.

França.Nice. L'Acropolis, Centro de Eventos.

França.Nice.Fachada da Estação Ferroviária em Nice, La Gare.

França.Nice.Trenzinho turístico, que parte da praia e sobe o morro, para visita às ruínas do castelo.

França. Nice. Carro alegórico todo ornamentado de flores, no desfile noturno da famosa festa "Batalha das Flores."

França.Nice.Mais um carro da tradicional Festa das Flores, quando belas moças distribuem flores ao público.

França.Nice.Interior da Estação Ferroviária.

França.Cannes.Início da parte antiga,subindo o morro da velha igreja.

França.Cannes.Ladeira que leva à antiga igreja.

França.Cannes.Vista da baía, iates e veleiros, tomada do alto do morro.

França.Cannes.Morro da igreja.Vista parcial da fortaleza, com suas rampas de acesso.

França.Cannes.Vista lateral da velha igreja, com o portão de acesso ao pátio da igreja.

França.Cannes.Campanário da velha igreja.Ao fundo, lá em baixo, o mar e os iates.

França.Cannes.Escadaria de acesso á velha fortaleza.

França.Cannes.Numa rua da cidade velha, uma placa de Poluição Proibida.

França.Cannes.Porta frontal da velha igreja.

França.Cannes.Estreita rua na cidade velha.

França.Cannes.Moderna avenida na parte nova da cidade, mostrando um viaduto.

França.Cannes.Fachada do pédio onde se realiza o Festival Internacional do Cinema.

França.Cannes.Bandeiras asteadas junto ao prédio do Festival do Cinema.Curiosidade: a bandeira do Brasil estava de cabeça para baixo...

França.Cannes.Praia

França.Cannes.Silhuetas dos veleiros ao por-do-sol.

Principado de Mônaco.Castelo de veraneio do príncipe.

 

Principaso de Mônaco.Vista superior da escadaria.Em destaque, uma das torres.

Principado de Mônaco.Início da escadaria que leva ao Castelo do Príncipe.

Principado de Mônaco.Fachada e ala direita do Castelo do Príncipe.

 

Principado de Mônaco.Vista de uma estreita rua, a partir da praça do castelo.

Principado de Mônaco.Museu Oceanográfico Aquarium.

Principado de Mônaco.Vista parcial.Ao centro, um grande iate.

Itália.Carrara.Enormes blocos do famoso mármore.

Itália.Pisa.Vista parcial.

Itália.Pisa.Estação Ferroviária.

Itália.Roma.Vaticano.

Itália.Roma.Vaticano, outro aspecto.

Itália.Roma.Vaticano.Bem ao alto, à direita, S.S. o Papa, dando a bênção aos visitantes.

Itália.Roma.Coluna de Trajano, que ficava entre duas bibliotecas.

Itália.Roma.Monumento a Vitório Emanuel.

Itália.Roma.Monumento a Giuseppe Garibaldi.

Itália.Roma.O Capitólio, em restauração.

Itália.Roma.O Capitólio, em restauração.Lateral esquerda.

Itália.Roma.O Palatino.Templo de Saturno.

Itália.Roma.Calçamento do tempo dos romanos.

Itália.Roma.A direita, Arco de Constantino

Itália.Roma.O Coliseu.

Itália.Roma.Exterior da Igreja São Paulo.

Itália.Roma.Igreja São Paulo.Pátio interno.

Itália.Nápoles.Vista parcial, a partir da Estação Ferroviária.

Itália.Paola.Estação Ferroviária.

Itália.Morano Calabro.Vista da cidade velha, medieval.

Itália.Morano Calabro.Portão de acesso à praça.

Itália.Morano Calabro.Interior da Catedral.

Itália.Morano Calabro.Escadaria e rampa de acesso ao Hotel.

Itália.Morano Calabro.Fachada do Hotel Al Convento.

Itália.Morano Calabro.Escadaria que interliga casas e ruas da cidade no alto do morro.

Itália.Morano Calabro.Vista da cidade velha, medieval, ao fundo.

Itália.Brindisi.Aspecto do navio que nos levaria à Grécia.

Itália.Brindisi.Vista da cidade tomada a partir do navio.

Grécia.Patras.Lateral do navio que nos levou de Bríndisi a Patras.O Egitto Expresso.

Grécia.Atenas.Detalhe da cidade.

Grécia.Atenas.Templo de Zeus Olímpico

Grécia.Atenas.Templo de Zeus Olímpico.À esquerda, a Acrópole.

Grécia.Atenas.Pequena e antiga igreja.

Grécia.Atenas.Prédio do tempo da Grécia antiga.

Grécia.Atenas.Arco de Adriano, da Grécia antiga.

Grécia.Atenas.Calçada do tempo dos antigos gregos.

Grécia.Atenas.Grego em traje típico.

Grécia.Atenas.Teatro Odeon.

Grécia.Atenas.O Partenon dominando a Acrópole.

Grécia.Atenas.O Erichtéion, na Acrópole.

Grécia.Atenas.As Cariátides, no Erichtéion.

Grécia.Atenas.Detalhe.Imensos blocos de pedra que sustentam a Acrópole.

Grécia.Atenas.As Cariátides,vista sob outro ângulo.

Grécia.Atenas.O Erichtéion.

Grécia.Atenas.Museu da Acrópole.Uma coruja do início do V séc. a.C.

Grécia.Atenas.A Acrópole, com o Partenon à direita.

Grécia.Atenas.Vista da cidade, tomada de dentro do navio.

Grécia.Atenas.Navio cruzando o Mar Egeu.

Grécia.Ilhas Gregas.Barco no Mar Egeu, sob os reflexos do sol da manhã.

Grécia.Ilhas Gregas.Chegando na Ilha de Hidra.

Grécia.Ilhas Gregas.Torre na Ilha de Hidra.À direita, bandeira grega.

Grécia.Ilhas Gregas.Vista geral da Ilha de Hidra.

Grécia.Ilhas Gregas.Vista da Ilha de Poros

Grécia.Ilhas Gregas.Vista parcial da Ilha de Poros.

Grécia.Ilhas Gregas.Detalhe da Ilha de Poros, com seu farol.

Grécia.Ilhas Gregas.Burrico em meio às rochas da Ilha de Poros.

Grécia.Ilhas Gregas.Vista parcial da Ilha de Egina.

Grécia.Ilhas Gregas.Bonita igreja grega na Ilha de Egina.

Grécia.Ilhas Gregas.Templo da Deusa Egina, na Ilha de Egina.

Grécia.Ilhas Gregas.Calçamento antigo junto ao Templo de Egina.

Grécia.Ilhas Gregas.Templo da Deusa Egina, na ilha do mesmo nome.

Grécia.Ilhas Gregas.Plantação de pistache na Ilha de Egina, maior produtor desse fruto.

Grécia.Ilhas Gregas.Vista do porto de Egina

Egito.Cairo.Egípcio junto a uma das pirânides.

Egito.Cairo.Pirâmide de Mikerinos.

Egito.Cairo.Esfinge de Giseh guardando a pirâmide de Kefren.

Egito.Cairo.Detalhe da Cidadela.

Egito.Cairo.Em segundo plano, uma das torres da Cidadela, a do relógio.

Egito.Cairo.Jardins da Cidadela.

Egito.Cairo.Uma das entradas da Cidadela.

Egito.Cairo.Antiga fonte junto à mesquita.

Egito.Cairo.Outro detalhe da mesquita com suas extraordinárias colunas em mármore.

Egito.Cairo.Os minaretes da mesquita.

Egito.Cairo.Outro aspecto da mesquita.

Egito.Cairo.Vista lateral da mesquita de Mohamed Ali.

Egito.Cairo.Muro esterno da mesquita de Mohamed Ali, mostrando a placa com seu nome.

Egito.Cairo.Detalhe da escada do antigo palácio de Mohamed Ali, em alabastro.

Egito.Cairo.Edifício da Ópera.

Egito.Cairo.Entrada do Museu das antigüidades egípcias.

Egito.Cairo.Detalhe de uma das ruas do bairro pobre da cidade, o Velho Cairo.

Egito.Igreja de São Jorge.

Egito.Alexandria.Entrada de mesquita das mulheres.

Egito.Alexandria.Vista lateral do Forte de Alexandria.

Egito.Alexandria.Antigo teatro, descoberto no séc. XX, bem no centro de Alexandria.